Para os que se admiraram da vitória de Salazar no concurso para eleger o maior Português de todos os tempos, deixo aqui um comentário publicado hoje na edição electrónica do jornal "Público" a propósito da notícia da morte de Nino Vieira. Não será difícil adivinhar em quem votou o sr. Resina. (Aviso importante: o texto que se segue contém muitas mentiras e afirmações preconceituosas)

02.03.2009 - 11h42 - Almeida Resina, Santa Cruz, Portugal

É muito bonito falar-se em independências e isso tudo. Mas por acaso Portugal roubou a independência a uma Guiné quando os Descobrimentos aconteceram? Não! Não existia nenhuma Guiné nem Cabo Verde nem Angola quando os Portugueses lá chegaram. Existiam apenas tribos pequenas que se guerreavam entre si. Porutgal quando lá chegou acabou com tais guerrinhas, trouxe-lhes os beneficios da civilização cristã e deu-lhes desenvolvimento. Guiné-Bissau não passa de uma expressão ou entidade geográfica. E apesar dos terroristas do PAIGC terem estado a ganhar no Ultramar, eles nunca tiveram o apoio da maioria dos "Guineenses". A maioria sempre quis continuar como parte de Portugal e como cidadãos Portugueses. Após essa "independência", a "Guiné-Bissau" caiu na anarquia que havia antes dos Portugueses lá chegarem e a pobreza e subdesenvolvimento regressou. Não é por nada que hoje em dia a maioria das pessoas lá têm saudades dos tempos em que faziam parte de Portugal.