Afinal isto nem é tão mau assim. A Carla Bruni pode andar com o Sarkozy, mas eu recebo o comentário de uma mulher tão bonita como a Carla Bruni e, nitidamente, mais inteligente do que ela, referindo-se a mim como o "seu" Parreira!
Retomo a escrita neste blog para relatar a minha desilusão pela notícia que faz furor na imprensa cor-de-rosa francesa. Aparentemente, o Presidente francês Sarkozy mantém um relacionamento amoroso com a Carla Bruni.
Para os que só mais recentemente tomaram contacto com este espaço, há uns anos atrás referi o nome desta cantora e ex-modelo como um dos bons exemplos de mulheres que juntam a beleza com a inteligência. Antes, ela era também conhecida por ser ex-namorada de Mick Jagger e Eric Clapton, agora pelos vistos prefere ser conhecida como candidata a primeira-dama francesa. Tendo em conta o que se conhece do sr. Sarkozy não me parece uma evolução.
Este blog é assumidamente pessoal, e acaba por ser um reflexo do que se passa na minha vida. Não é por isso de estranhar que este blog esteja tão pouco interessante nos últimos tempos.
Isto lembra-me qualquer coisa que escrevi há uns anos sobre a qualidade da escrita ser melhor nos períodos de tristeza. Afinal, parece que não tinha razão.
Afinal a maré de azar ainda não terminou. Acho que vou ter mesmo de procurar o contacto do Dr. Karamba.
Quando comento com alguém que tenho vontade em sair do Luxemburgo, porque não me sinto feliz aqui, há quem, sabiamente, me diga que a felicidade de uma pessoa não depende assim tanto do ambiente externo, pelo que, para ser feliz, teria talvez que mudar algo em mim. Concordo totalmente com esta ideia, mas o problema é que às vezes é mais fácil mudarmos o que nos rodeia.
"If you can’t change the world. Change yourself.
If you can’t change the world. Change yourself.
And if you can’t change yourself….change the world."
extracto da canção Lonely Planet dos The The
Já aqui referi a vontade que sinto em voltar a Portugal e deixar o Luxemburgo. No entanto, há algo que vai adiando o meu regresso, a diferença entre o meu salário aqui no Luxemburgo e o salário que poderia receber em Portugal. Neste momento falta concretizar uma de duas coisas:
- Arranjar um emprego em Portugal onde aufira um rendimento equivalente ao que tenho aqui
- Perceber que o que ganho a mais aqui é menos importante do que outras coisas das quais abdico por aqui estar
Dado que a primeira solução não me parece muito provável, resta esperar pelo dia em que eu tenha a certeza que é mesmo em Portugal que quero viver. Nessa altura, não deverá ser muito difícil abdicar do salário confortável de funcionário europeu.

