No fim-de-semana fui até Amsterdão. Aproveitando o facto de uma amiga portuguesa ter participado num seminário, decidi ir ter com ela e alguns colegas.
Se em Agosto escrevi sobre o estranho que foi passar umas férias na praia sozinho, agora tive a experiência contrária: uns dias com pessoas que não conhecia, e que tinham vontade de fazer coisas diferentes do que eu próprio desejava.
Os dias acabaram por ser bem passados, com um excelente tempo e a confirmação do que eu tinha achado na minha anterior visita aos Países Baixos: as mulheres holandesas não só são as mais altas do mundo, como também estão muito bem cotadas em termos de beleza, é de facto uma pena que tão poucas decidam vir trabalhar para o Luxemburgo. Além da altura e da beleza, gosto da atitude informal, indispensável a quem utiliza a bicicleta para se deslocar para todo o lado.
Tenho pena que a minha incursão na noite de Amsterdão tenha ficado aquém do que inicialmente previra, mas certamente que haverá outras oportunidades.
Também gostei de ver a presença do xadrez em diferentes sítios: bares onde se podia disputar jogos; uma praça dedicada a Max Euwe, holandês que foi campeão do mundo, onde era possível disputar partidas com peças bem grandes, e que tinham muitos espectadores regulares. Eu próprio disputei uma partida nesta praça, conseguindo uma vitória que, dada a evidente qualidade do meu adversário, me surpreendeu, bem como aos outros portugueses que me acompanharam nestes dias.
Quanto às mulheres nas montras e aos coffeeshops/smartshops não fiquei escandalizado. O consumo de drogas leves e a prostituição estão presentes em todo o mundo. O facto de os holandeses terem aproveitado isto para criar uma atracção turística, só demonstra que têm mesmo um jeito especial para o negócio.
Quanto à qualidade destes produtos, não posso referir nada porque não os provei.