Hoje, durante o jantar, éramos quatro portugueses, e a conversa acabou por ir, como vai muitas vezes, para a política.
As tendências também já estavam identificadas há muito tempo: dois de esquerda, dois de direita. Como sempre, depois da discussão ninguém mudou a sua forma de pensar. Para mim, fica uma (quase) certeza: vou ser de esquerda toda a minha vida. E ao contrário da ideia generalizada de que os esquerdistas acabam por se aproximar mais do centro à medida que envelhecem, sinto-me cada vez mais próximo dos valores de esquerda.

