Sociedade17 April 2006 5:50 pm

Alguns pais aconselham os filhos a não perder muito tempo com o futebol, e a dedicarem-se a coisas mais importantes como o estudo, para que possam ser respeitáveis médicos ou advogados.
O objectivo é louvável, e é verdade que um bom médico ou um bom advogado, terá provavelmente um apartamento bem localizado, um automóvel de fazer inveja a alguns amigos, fará férias em locais mais ou menos exóticos e, com alguma sorte, poderá até ter uma casa de campo onde possa retemperar forças durante o fim-de-semana.
No entanto, alguns miúdos, apesar de bastante novos, conseguem ter a noção das coisas verdadeiramente importantes, e já perceberam que se, para além destas coisas, quiserem ter lá em casa uma Marisa Cruz, uma Merche Romero ou uma Isabel Figueira, então o melhor é mesmo dar uns pontapés numa bola.

P.S: Alguém sabe em que clube joga o Francisco Penim?

Sociedade 5:40 pm

Apesar de me encontrar no estrangeiro, continuo a acompanhar o que se passa em Portugal. Desde as edições on-line dos jornais, passando pelos sites de informação, as notícias portuguesas em rss e, muito de vez em quando, uma olhadela rápida ao telejornal da RTP que está disponível on-line, julgava que tinha os meios para saber tudo o que de importante se passa no nosso país. Puro engano! Bastou chegar a Portugal, olhar rapidamente para as capas das revistas “cor-de-rosa” para perceber que estou muito mal informado. Não sabia da relação Cristiano Ronaldo/Merche Romero, não sabia que o Pinto da Costa podia estar novamente envolvido com a Maria Elisa (já sabia do tumultuoso final de relação com a anterior companheira, por ter sido noticiado na edição on-line do Record) e nem sabia que o casal Clara de Sousa/ Francisco Penim estava separado, e que este último pode ter tido um caso extra-conjugal com a Soraia Chaves. Alguém me diz como me mantenho informado destas notícias, verdadeiramente importantes, no estrangeiro? Será que a Caras, a Lux ou a Flash não ponderam fazer uma edição on-line?
É verdade que nunca comprei estas revistas, e só as lia nas idas ao cabeleireiro ou a um consultório médico. Mas todas as manhãs, não abdicava do ritual de olhar nas bancas dos jornais para as capas destas revistas.

Eu 4:51 pm

Estes dias em Portugal foram bons e, talvez por isso, passaram (demasiado) rápido.
A chegada foi com muito Sol, Sol como eu não via há muitos meses. Depois o tempo até piorou, mas aqueles dois primeiros dias lembraram-me como a Primavera portuguesa pode ser.
Foi bom rever alguns amigos e estar com a família.
Já percebi que isto de ficar três meses sem ir a Portugal é demasiado para mim, e que quatro dias e meio passam num instante, mesmo quando se quer aproveitá-los da melhor forma.
Até breve Portugal!