…que nos fazem sentir bem. São pessoas que têm o condão de transmitir o que de melhor têm aos que os rodeiam. Felizmente conheço algumas pessoas com esta rara qualidade, é precisamente a duas delas que dedico estas linhas.
Uma tem uma alegria contagiante e é quase impossível estar triste ao pé dela, ela faz com que os problemas percam importância e mesmo um não-crente, como eu, fica com vontade de dar graças pela bênção de estar vivo. A outra é possuidora de uma grande calma e serenidade, que faz com que a sua companhia seja mais relaxante do que uma aula de Yoga, quando estou com ela parece que o mundo gira mais devagar e talvez este seja o segredo para ela parecer bem mais nova do que consta no seu bilhete de identidade.
Estas duas amigas partilham o mesmo 2º nome (Marina), o que até pode comprovar a teoria que defendi há uns meses atrás da importância do nome próprio, e nasceram ambas em África. Mais importante do que estas coincidências, são duas pessoas que me fazem muito bem, e a todos os que têm o privilégio de conviver com elas.
O relacionamento com este tipo tão especial de pessoas só tem um inconveniente: é difícil não ficar com a sensação de que nunca poderemos dar tanto como recebemos…